O futuro da educação ou uma educação de futuro?

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Vamos falar um pouco sobre o que está por vir na educação. Se você pensar bem, quando as pessoas nos contam sobre o futuro de algo, na verdade não estão falando sobre algo real. O relato do futuro de qualquer coisa que seja traz ideias de alguém, que podem se tornar realidade. Mostram descobertas, em fase ainda fase “fetal”, que poderiam fazer a diferença em determinada área.

Essas descobertas são importantes, mas temos que ser cuidadosos com o pessoal do “teórico”. Eles falam coisas bonitas, profundas, mas até que ponto contribuem realmente para a prática? Até que ponto, conseguem visualizar suas descobertas em uma situação real, sem ser com aquela turma restrita com a qual praticou?

Se você pensar bem, a educação tem a intenção de complementar a VIDA, dar à criança ferramentas – os conhecimentos – para que tenha sucesso em sociedade. Se pensar desta forma, toda e qualquer experiência feita de modo isolado com alunos – como uma sondagem individual – não irá cumprir nem requisitos mínimos da verdadeira intenção da educação. Traz apenas indicadores.

Seja qual for o teórico em que você se apoia, note que ele é sim importante, pois fez algum tipo de descoberta baseada em avaliação de algo, mas de contar sobre a descoberta até que ela dê certo em uma sala de aula real, com dificuldades reais, é um longo caminho.

Temos que tomar cuidado com o que nos dizem para fazer na área de Educação. A realidade difere demais da teoria. Muitos querem se intrometer. Já perdi a conta do número de vezes em que vi pessoas de noticiários dizerem o que o professor deveria fazer em determinada situação, ou que a educação do Brasil está precária, e que outras áreas deveriam intervir. O problema todo é que, como disse, anteriormente, a educação pressupõe VIDA e a sociedade é quem experimenta os resultados escolares. Sendo assim, muitas vezes as pessoas de outras áreas querem nos dizer o que fazer e tudo resulta em uma teoria sem fim.

A revista Veja, por exemplo, tem um economista que muitas vezes já escreveu artigo sobre educação. Alguns são até positivos e outros, bem negativos. Ele escreve bem, no geral, os textos são bem convincentes, mas note que ele é um expectador de nossa área, pois tem filhos que frequentam a escola, mas qual é o direito que um economista tem de falar sobre a educação? O que ele estudou para isso? Quantas aulas em Fundamental I ou Médio ele já ministrou? Pois é… nada a ver, né? Imagine você se nós, professores, fôssemos falar sobre economia, que é a área dele? A nosso ver, pelo menos o meu, está bem crítica a situação. Certamente os profissionais estão bem mal qualificados para chegarmos onde chegamos, mas não estudei economia, então não me vejo no direito de escrever sobre a área.

É fácil deixar esse pessoal “de fora” entrar em nossas vidas se não tomarmos cuidado. Devemos notar que há esta barreira dos que estão dentro e dos que estão fora da área. Se alguém de fora dá opinião, podemos até ouvir, mas temos de ter consciência de que essa pessoa não tem as qualificações ou experiências necessárias para poder opinar de verdade. Sua verdade não é nossa verdade.

Se você usa meu material, sabe que dá certo. Se lê meu blog, sabe que o que escrevo realmente se encaixa na prática de sala de aula. Se me acompanha, tem a certeza de que procuro o melhor e que meu objetivo não é o futuro da educação, é uma educação de futuro, algo que possa ser aplicável e que gere resultados reais para alunos do século XXI.  Procuro o adequado. Não vou atrás de teorias vãs e diversas e nem de formas mirabolantes de fazer o professor ensinar.

Uso a coisa mais primária que temos no que diz respeito à aprendizagem e é isso que todos deveriam ter explorado: o RACIOCÍNIO. Se alguém raciocina, consegue fazer qualquer coisa. O problema todo das teorias educacionais ou dos “pitacos” dos outros, é que se baseiam unicamente em comportamentos ou em experiências. Os comportamentos, “ora pois”, variam de pessoa para pessoa. As experiências dependem do olhar de quem as viveu, ou seja, são subjetivas.

Não há nada mais objetivo e funcional do que o cérebro e é nele que baseio minhas práticas. Ele é o ponto principal e de apoio da aprendizagem que busco. O cérebro é, certamente, a chave de uma melhor educação. Para elaborar as atividades, antevejo reações cerebrais, faço ligações de conhecimento. Não me baseio nem na minha experiência como aluna e nem no comportamento de cada aluno. Uso ligações lógicas.

Se dá certo? Certamente! Há cerca de duas semanas recebi um e-mail de uma cliente que me dizia o quanto estava feliz. Em sua escola são 3 classes de segundo ano. Somente ela usa meu material. Os alunos fizeram uma avaliação e qual não foi a surpresa quando a sala dela teve uma média geral de 83,4% de acertos, enquanto que as outras duas turmas tiveram médias inferiores a 50%.

É muito gratificante receber notícias assim. Significa que meu trabalho está dando certo e que devo continuar minha jornada. Significa também que tenho uma seguidora fiel, que me ouviu, e que certamente irá espalhar a notícia de que o uso de meus materiais conseguem REALMENTE modificar a educação.

Ela notou que não são apenas atividades simples, das que achamos às dúzias na internet. Ela notou a diferença entre atividades “descartáveis”, que só gastam papel, e atividades significativas, baseadas em algo e elaboradas com objetivos específicos.

É certamente mais uma vitória de minha jornada “Por uma Educação Melhor!” e achei interessante dividir com você. Sei que muitos outros clientes têm histórias parecidas, então se quiser dividi-las aqui no blog, ficarei agradecida. É sempre bom saber que há coisas boas na educação. Ouvimos tanto sobre experiências ruins e até parece que o ser humano prefere as tragédias. Não é meu caso. O espaço dos comentários dá boas vindas às boas experiências e ao positivo.

Espero que tenha gostado do artigo. Se ainda não experimentou as atividades da loja e decidiu fazer uma experiência, agradeço muito sua contribuição, afinal, é meu trabalho e preciso que as pessoas contribuam para que eu possa continua-lo.  Quem já usa também agradece, uma vez que é um incentivo à continuidade.

O endereço da LOJA VIRTUAL é www.janainaspolidorio.com e você encontrará quase 500 títulos diferentes por lá, desde Educação Infantil até Ensino Fundamental.

Se tiver dúvidas, basta entrar em contato! Até a próxima!

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